Diário de Viagem: Paraty (FLIP)

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Do dia 06 a 08 de agosto, eu fui a Paraty para ajudar na cobertura do site Ambrosia (vejam lá). Cheguei de madrugada, eram 2 horas da manhã do dia 06 e fomos direto para a casa, que serviu com QG do pessoal que escreve para o site. O povo da casa estava acordado e ficamos conversando e vendo programa ruins na televisão. Mas logo fomos dormir, pois o dia seguinte seria puxado.
Acordei relativamente cedo, umas 9 horas, e o pessoal da casa estava se arrumando para sair. A gente tinha ouvido que o Crumb (Robert Crumb quadrinista dos Estados Unidos que estava de passagem pela Flip) estaria em uma coletiva para imprensa. Descobrimos que ele e Gilbert Shelton estavam na pousada falando com os jornalistas. Bingo. Chegamos lá e vimos os mestres do quadrinho underground. Tirei  várias fotos, mas em um determinado ponto da coletiva, os fotografos foram proibidos de tirarem mais fotos, quem tinha tirado bem. Depois da coletiva, Crumb saiu correndo, mas o Tiago (meu namorado e quadrinista e ilustrador) conseguiu entregar uma revista (Revista Beleléu) para o mestre. Gilbert Shelton não avesso a imprensa conversou com os jornalistas e posou para mais fotos do lado de fora da sala de coletiva.
Na hora do almoço escolhemos um restaurante super gostoso e com o preço bem em conta: Restaurante Galeria do Engenho. A comida bem feita e deliciosa, com preço acessível, muito diferente de outros restaurantes que fui, no qual a comida era bem fraquinha e conta vinha um absurdo.
A cidade estava lotada e de noite as festas eram super concorridas. teve a festa de editora Saraiva, com o tema cubano, oferecido para a escritora Wendy Guerra. Musicas e bebidas temáticas animavam a noite de Paraty, no espaço da Casa da Cultura. Com maracas, flores no cabelo e chapéus (distribuídos pela organização da festa), os convidados se esbaldavam com mojitos e cervejas de várias cores (escura, clara, vermelha). Do lado de fora a fila crescia e só entrava com nome na lista ou convite. O Dj alternava ritmos cubanos com musicas conhecidas brasileiras, como marchinhas de carnaval, mas a festa acabou cedo e o povo ainda queria mais. No sábado, também na Casa da Cultura, aconteceu outra festa, agora organizada pela Saraiva Conteúdo. O espaço da casa de cultura foi amplificado, e lá dentro foi criado uma pista de dança. No inicio, espumantes e cervejas eram servidos à vontade, junto com sanduichinos e petiscos, como amendoim. A fila do lado de fora só crescia até o ponto dos seguranças barrarem as pessoas de entrar.
(reprodução)

No fim das contas, foi uma viagem bastante produtiva, mas ao mesmo tempo cansativa.